No princípio, foi a cópula. Violar é explicar mas nem sempre vice-versa. Descobrir o método anti-explicatório, que esse te que-ro te que-ro fosse o cubo da roda. E o Tempo? Tudo recomeça, não há um absoluto. Depois há que comer e descomer, tudo volta a entrar em crise. O desejo cada tantas horas, nunca demasiado diferente e cada vez outra coisa: armadilha do tempo para criar suas ilusões.

(Quantas palavras, quantas nomenclaturas para um mesmo desconcerto...)

E, claro, não sou eu, nunca fui.